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BALLET CLÁSSICO

A ISTD – Imperial Society of Teachers of Dancing, instituição à qual esta Academia é filiada desde sua fundação, representa no mundo uma das principais instituições de formação ao nível da dança clássica, tendo um método que desenvolve a técnica, a força e o lado artístico, nos mais altos níveis, produzindo bailarinos que podem adaptar-se facilmente às exigências de qualquer estilo de dança.
No entanto, esta técnica, ajuda a criança sem exigir mais do que seu corpo pode dar facilmente, tendo programas que trazem divertimento na Dança mas paralelamente ajudam a coordenação, o preparo físico, senso rítmico, musicalidade e promovem a auto-disciplina. A qualidade deste ensino é constantemente posta à prova nos exames anuais da ISTD a que os nossos alunos se submetem.

O Ballet Clássico é uma aposta ao mais alto nível de preparação técnica. Temos um programa base exigente, investindo na criação de disciplinas complementares – danças de carácter, barra no solo, boys, repertório e pas de deux. Este programa cedo se distinguiu da abordagem pedagógica das academias tradicionais e procurou aproximar-se do modelo curricular integrado proposto nos conservatórios de dança. Os professores e a directora da Academia são todos formados pelo método da ISTD.

Majors – Tendo já capacidade para expressar os seus sentimentos e ideias através da dança, o seu trabalho vai além da aprendizagem da técnica avançada do ballet clássico. Durante o ensino intensivo destas aulas é preparada a sua via profissionalizante através de aulas de repertório clássico (variações), técnica de Pas de Deux …; estas aulas são essenciais para a evolução artística e técnica dos nossos alunos.

CONTEMPORÂNEO

Um bailarino deve ser possuidor de inúmeras capacidades físicas, como a flexibilidade, a resistência, a força e a tonicidade de todos os grupos musculares, bem como uma perfeita coordenação dos diversos membros do corpo. Só tendo estas características plenamente desenvolvidas, pode entregar-se à interpretação, visto que apenas conseguirá ser bem sucedido quando tiver expandido os seus limites físicos ao ponto do seu corpo não ser mais um impedimento ao trabalho, mas sim um instrumento através do qual o movimento flui, aparentemente sem barreiras.
O intérprete/bailarino ganha autonomia para construir as suas coreografias a partir de métodos e procedimentos de pesquisa como: improvisação, contacto-improvisação, método Laban, técnica clássica, técnica Graham, etc.
Esses métodos trazem instrumentos para que o intérprete crie as suas composições a partir de temas sugeridos e/ou “apetecidos”; é a liberdade de expressão do bailarino.
… uma aula que se pode definir como sendo de exercício físico e psíquico. … concebida com uma estrutura lógica, de forma a que diferentes músculos sejam bem trabalhados, tanto ao nível da tonicidade como ao nível do alongamento, com particular atenção aos grupos musculares essenciais para a dança, tais como os diferentes abdominais, os lombares, os dorsais, gémeos, quadríceps, adutores, etc.
Música: desde música clássica, blues, rock, …, silêncio; depende da interpretação, do tema, do corpo, um número de factores infinitos para a escolha do acompanhamento da dança, sonoro ou visual.

PILATES

O método Pilates não pretende trabalhar grupos musculares separadamente, mas sim trabalhá-los como um todo em conjunto ao mesmo tempo que se exercita o relaxamento físico e mental.
CONCENTRAÇÃO – Um exercício por muito pouco eficaz que possa parecer à primeira vista, passa a ser eficaz quando colocamos nele toda a atenção e quando o executamos de uma forma cuidada.
CONTROLE MUSCULAR- Nenhum movimento deve ser descurado, nada deve ser feito ao acaso. Todos os exercícios devem ser considerados como sendo verdadeiramente importante para um resultado final.
FLUIDEZ – Deve-se utilizar a inércia a favor do trabalho muscular e portanto devemos apoiar o trabalho na dinâmica dos movimentos ser contínua e não sincopada.
PRECISÃO – Devemos ter sempre presente a limpeza, cuidado e precisão de execução, em vez de nos preocuparmos com o ritmo acelarado.
RESPIRAÇÃO – Com a inspiração e expiração profundas há uma maior oxigenação da corrente sanguínea e ajuda a controlar os movimentos.

BARRA NO SOLO
Um bailarino(a) deve ser possuidor de flexibilidade, resistência, força e tonicidade de todos os grupos musculares, bem como uma perfeita coordenação dos diversos membros do seu corpo. Só tendo estas características plenamente desenvolvidas, pode entregar-se à interpretação, visto que apenas conseguirá ser bem sucedido quando tiver expandido os seus limites físicos ao ponto do seu corpo não ser mais um impedimento ao trabalho, mas sim um instrumento através do qual o movimento flui sem barreiras.
A barra no solo é, então, uma aula que se pode definir como sendo de preparação fsica. Concebida com uma estrutura lógica, de forma a que diferentes músculos sejam bem trabalhados, tanto ao nível da tonicidade como ao nível do seu alongamento, com particular atenção aos grupos musculares essenciais para a dança, tais como os diferentes abdominais, os lombares, os dorsais, panturrilhas, quadríceps, adutores e abdutores, etc.

DANÇA ORIENTAL

“Raks al Sharki”, que significa Dança do Leste (local onde nasce o sol), denominada por Dança Oriental ou também “Dança do Ventre”, constitui-se com a arte da descoberta e do reencontro da energia da vida e da expressão natural do corpo, dando ênfase à energia feminina, à sensibilidade e sensualidade de quem a pratica.

Esta dança consiste na movimentação consciente das várias partes do corpo, de forma isolada ou de modo combinado dando ao praticante um controlo total sobre seu corpo, de modo harmonioso e descontraído, não esquecendo a diversão.

Porque apela à liberdade criativa, ao prazer do momento e ao prazer da sua própria expressão, esta arte engloba qualidades terapêuticas e artísticas trabalhando as expressıes físicas, assim como as psicológicas.

Para além da parte técnica e criativa, trabalham-se exercícios de respiração, concentração e meditação, procurando estabelecer um laço íntimo entre a dança e o nosso ser. Tem ainda uma componente de utilização de adereços: véu, bengala, asas de Ísis, espada, leques, etc.. A Dança Oriental permite ainda a fusão de estilos, como flamenco-árabe, tribal, entre outros.

Os seus benefícios são especialmente reconhecidos pelo corpo feminino, pois trabalha ao nível dos alinhamento (correção de desvios acentuados da coluna vertebral), da irrigação sanguínea de toda a zona abdominal e pélvica (atenuando cólicas e dores menstruais) bem como o alívio de tensões musculares adquiridas no quotidiano.

BALLET CLÁSSICO ADULTOS

A aula de Ballet Clássico para Adultos é indicada para qualquer tipo de pessoa, com ou sem experiência anterior na área da dança. A idade não é obstáculo.
O Ballet para adultos realiza sonhos antigos de infância, fortalece a auto estima e traz melhorias em todos os aspectos.

Traz inúmeros benefícios, desde a melhoria da postura, do equilíbrio, do condicionamento físico, tónus muscular, equilíbrio, concentração, modelação corporal, disciplina mental e motora, flexibilidade e sensação de leveza e bem estar.

As aulas são estruturadas com rigor, precisão e técnica que o Ballet exige.
Trabalha-se com a força do próprio corpo, principalmente, a musculatura das pernas, do abdómen e do glúteo. E o condicionamento aeróbico também é trabalhado, como nos pequenos saltos. Ajuda na correção de desvios de postura, problemas ortopédicos, traumas físicos e, acima de tudo, desenvolve a consciência corporal.

Para alguns alunos é um momento de relaxamento. Como a execução dos passos exigem concentração, no momento da aula a pessoa desliga do stress do quotidiano.
O Ballet Clássico trabalha o corpo e a alma.

DANÇA CRIATIVA

A Dança Criativa propõe um percurso para a descoberta do corpo, do movimento e das potencialidades expressivas e criativas.

O trabalho proposto nas aulas explora as possibilidades de ação e repouso, desenvolve a coordenação e a relação com a música.

Tem omo objetivo o reencontro com o corpo no espaço. Estimula o incremento da capacidade de memória e do improviso do aluno. Códigos e linguagens corporais vão estruturando coreografias onde a expressão corporal e o movimento se definem como o elementos agregadores.

Desta forma, a educação motora, a educação sonora e musical e a educação visual encontram neste projecto um aliado precioso, não só para se relacionarem entre si, mas também para se relacionarem com a história, geografia, literatura, línguas estrangeiras, teatro, fomentando o espírito crítico.

Assim torna-se o ensino menos abstracto e mais focalizado, permitindo uma participação interpretativa e criativa desenvolvendo conceitos psicomotores base tais como: coordenação, lateralidade, força, flexibilidade para além de favorecerem a socialização através da aplicação de regras e a descoberta de novos contextos estéticos e socioculturais.

Um espaço de descoberta.